Dez Maneiras Práticas Para Controlar Gastos e Administrar o Dinheiro de Deus Judiciosamente (Ten Practical Ways to Control Spending and Wisely Manage God's Money)

As diretrizes abaixo objetivam ajudá-lo a exercer auto-controle nos gastos, a tornar-se um melhor administrador dos recursos de Deus, e a gerar fundos a serem usados para propósitos do Reino:

I. Examine cada compra, tendo em conta seu potencial de ministério.

Devemos avaliar cada compra em relaçāo ao que este mesmo dinheiro poderia ser usado de maneira alternativa; por exemplo, alimentando os famintos ou evangelizando os perdidos. Não digo isso para induzir sentimento de culpa, mas para indicar o óbvio - sempre que o dinheiro é usado de uma maneira, nāo pode ser utilizado de outra. Nenhum de nós deve impor seus padrões pessoais sobre os outros, nem sobre os padrões de Deus. Devemos pedir a Deus que nos dirija quando se trata de lidar com o Seu dinheiro.

II. Ore antes de comprar.

Quando algo é uma necessidade legítima, Deus proverá. Quantas vezes nāo tomamos as rédeas e gastamos impulsivamente, antes de pedir a Deus para que Ele proveja? Frequentemente, ou compramos o que queremos ou renunciamos ao que queremos, quando há uma terceira alternativa: pedir a Deus para fornecê-lo para nós. Se Ele não prover, tudo bem, Ele sabe o que é melhor.

Determinar um período de espera, dá a Deus a oportunidade de prover o que queremos, de prover algo melhor, ou de nos mostrar que não precisamos disto e como usar o dinheiro de forma diferente.

III. Entenda que nada é um bom negócio se estiver acima de suas possibilidades.

Pagar R$ 250.000 por uma casa que vale R$ 300.000 parece ser um excelente negócio. Comprar uma poltrona usada em excelente condições por R$ 80 que quando nova custa R$ 400, parece ser um grande negócio. Mas se estiver acima de suas possibilidades, isto simplesmente não importa. É sempre uma má escolha gastar dinheiro num "bom negócio" que está acima de nossas possibilidades.

4. Reconheça que Deus não está por trás de cada bom negócio.

Mesmo que esteja dentro de nossas possibilidades, isto significa que devemos comprá-lo? Ter auto-controle, muitas vezes, significa recusar boas ofertas por coisas que realmente queremos, porque Deus pode ter melhores planos para o dinheiro dEle.

V. Entenda a diferença entre gastar dinheiro e poupá-lo.

Fazer poupança é reservar o dinheiro para uma finalidade futura; ele permanece em nossa carteira ou no banco. Pode ser usado para outros fins, incluindo nossas necessidades ou as necessidades de outros. Dinheiro que é gasto, deixa nossas mãos e já não está à nossa disposição. Se comprarmos um suéter de R$ 80 por R$ 30, os R$ 30 já se foram. Se pensarmos que economizamos R$ 50, simplesmente não entendemos o conceito de poupança!

6. Considere também o custo a longo prazo, não apenas a despesa imediata.

Se alguma coisa se quebra, temos que pagar o conserto. Se compramos um carro novo, passamos a nos preocupar com batidas e compramos seguro para nos proteger. Calcule o custo com antecedência. Tudo acaba saindo mais caro do que parece à primeira vista.

7. Compreenda e resista à natureza manipuladora da propaganda.

A publicidade é sedutora e manipuladora. Ela nos programa. Devemos rejeitar suas alegações conscientemente e combatê-las com a Palavra de Deus, que nos diz do que realmente precisamos ou nāo. Devemos nos afastar de publicidade que promove a ganância ou o descontentamento. Isso pode significar ver menos televisão, folhear menos catálogos de venda e anúncios de jornal, e vagar menos sem rumo por shopping centers.

8. Aprenda a se afastar de coisas que você quer, mas das quais não precisa.

Uma vez, recebi um cheque grande, inesperado. Depois de dar uma parte para o Senhor, sobrou U$ 2.000. Em pouco tempo, comecei a olhar para algo que queria, mas que nunca tinha sido capaz de justificar. A etiqueta dizia $1.995. Mas nāo tive paz no coração ao considerar o que esse dinheiro poderia fazer pelo Reino de Deus. Finalmente, decidi que não deveria fazer a compra. Quando me virei e fui embora, algo inesperado aconteceu. De repente fui tomado de um profundo sentimento de alívio e alegria. A primeira bênção foi sentir-me livre disto e a segunda bênção foi saber a diferença eterna que este montante faria.

9. Perceba que pequenas coisas se acumulam.

Um real aqui, dez reais ali; um hambúrguer aqui e um capuccino lá; aluguel de filmes e entradas para espetáculos. Estas coisas podem parecer sem importância, mas podem chegar a centenas de reais por mês e a milhares por ano, que poderiam ser usados ​​para fins do Reino. Até que corrijamos alguns de nossos hábitos de consumo, nunca seremos capazes de desviar o fluxo de dinheiro para propósitos mais elevados.
10. Crie um orçamento e mantenha-se dentro dele.

Dois passos práticos podem nos ajudar muito a obter controle de nossos gastos: anotar nossas despesas e criar um orçamento. Estas medidas nos ajudarāo a detectar áreas problemáticas ao esclarecerem nossos hábitos. Isto irá melhorar nossa saúde mental e conjugal porque a desordem financeira é uma das principais causas de estresse pessoal e familiar.

Viver dentro de um orçamento irá liberar muito dinheiro. Quando eu era pastor, me encontrava com famílias que seguiam um orçamento e se davam muito bem com uma renda muito escassa. Encontrei-me com outras que ganhavam muito mais e estavam sempre em crise financeira.

Não é a quantidade de dinheiro que ganhamos, mas como lidamos com isso, que importa. E tudo começa ao reconhecermos que o dinheiro que estamos manuseando não é nosso. Ele pertence a outro, perante o qual um dia nos apresentaremos e do qual as melhores palavras que poderíamos ouvir são estas: "Muito bem servo bom e fiel. Entra no gozo do teu senhor."


Ten Practical Ways to Control Spending and Wisely Manage God's Money 

The following guidelines are designed to help you exercise self-control in spending, become a better steward of God’s resources, and free funds to use for Kingdom purposes:

1. Examine every purchase in light of its ministry potential

We must weigh the value of every item we buy against what the same money could have done if used another way—for instance, to feed the hungry or to evangelize the lost. I don’t say this to induce a guilt trip but to indicate the obvious—whenever money is used one way, it prevents it from being used another. None of us should impose our personal standards on others, nor on the standards of God. We should ask God to direct us when it comes to handling His money.

2. Pray before you spend. 

When something’s a legitimate need, God will provide. How often do we take matters into our own hands and spend impulsively before asking God to furnish it for us? Often we either buy what we want or forgo what we want when there’s a third alternative: asking God to provide it for us. If He doesn’t provide it, fine—He knows best.

Setting a waiting period gives God the opportunity to provide what we want, to provide something better, or to show us that we don’t need it and how to use the money differently.

3. Realize that nothing is a good deal if you can’t afford it. 

Paying $250,000 for a house that is worth $300,000 sounds like an excellent deal. Paying $80 for a pair of barely used skis that cost $400 new seems like a great deal. But if we can’t afford them, it simply doesn’t matter. It’s always a bad choice to spend money on a “good deal” we can’t afford.

4. Recognize that God isn’t behind every good deal. 

Suppose we can afford it. Does that mean we should buy it? Self-control often means turning down good deals on things we really want because God may have better plans for His money.

5. Understand the difference between spending money and saving it. 

Saving is setting aside money for a future purpose; it stays in our wallet or in the bank. It can be used for other purposes, including our needs or the needs of others. Money that’s spent leaves our hands and is no longer at our disposal. If we buy an $80 sweater on sale for $30, we’ve spent $30. If we think we’ve just saved $50, we simply don’t understand the concept of saving!

6. Look at the long-term cost, not just the short-term expense. 

If something breaks, we pay to get it repaired. If we buy a new car, we fret about dents and buy insurance to fix them. Count the cost in advance. Everything ends up being more expensive than it first appears.

7. Understand and resist the manipulative nature of advertising. 

Advertising is seductive and manipulative. It programs us. We must consciously reject its claims and counter them with God’s Word, which tells us what we really do and don’t need. We should withdraw ourselves from advertising that fosters greed or discontent. That may mean less television, less flipping through sales catalogs and newspaper ads, and less aimless wandering through shopping malls.

8. Learn to walk away from things you want but don’t need. 

Once I received a large, unexpected check. After giving a portion to the Lord, I still had $2,000 left. Before long, I was out looking at something I’d wanted but had never been able to justify. The price tag read $1,995. But in my heart there wasn’t peace when I considered what that money could do for God’s Kingdom. Finally, I decided I shouldn’t make the purchase. When I turned and walked away, something unexpected happened. I was suddenly filled with a deep sense of relief and joy. To be free of it was the first blessing; to know the eternal difference that amount would make was the second blessing.

9. Realize that little things add up. 

One dollar here and ten dollars over there; a hamburger here and mocha there; movie rentals and rounds of golf. These things may seem inconsequential, but they can add up to hundreds of dollars per month and thousands per year that could be used for Kingdom purposes. Until we fix some of our spending habits, we’ll never be able to divert the flow of money for higher purposes.

10. Set up a budget and live by it. 

Two practical steps can greatly help us get a grip on our spending: recording expenditures and making a budget. These steps will help us detect problem areas by clarifying our spending habits. This will improve our mental and marital health because financial disorder is one of the leading causes of personal and familial stress.

Living on a budget will free up lots of money. When I was a pastor, I met with families who followed a budget and did fine on a very meager income. I met with others who made much more and were always in financial crisis.

It’s not how much money we make, but how we handle it that matters. And it all begins by recognizing the money we’re handling is not our own. It belongs to another, before whom we will one day stand, and from whom the best words we could ever hear are these: “Well done my good and faithful servant. Enter into your Master’s joy.”

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